50 ANOS DA LIBERTAÇÃO E UNIFICAÇÃO DE JERUSALÉM E 70 ANOS DA FUNDAÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL
14/03/2018 12:03 em Mundo Cristão

50 anos da Unificação de Jerusalém - a Cidade Santa estava sobre o controle estrangeiro por cerca de 2000 anos desde quando os romanos massacraram dezenas de milhares de judeus e centenas de milhares levaram para o cativeiro como escravos no ano 70 da E.C.

Desde então Jerusalém vinha sendo pisada pelos gentios e durante a maior parte desde período de 2000 anos os judeus estavam praticamente impedidos de se estabelecer na Cidade Santa. Como resultado da falta de presença judaica na Terra de Israel, ao longo dos séculos a região foi declinando culminando com quase que um abandono total no final do período Turco Otomano.

Ao final da dominação inglesa a Cidade Velha de Jerusalém foi entregue nas mãos dos árabes jordanianos que expulsaram o judeus, saquearam, incendiaram e destruiram suas residências proibindo-os novamente de viver na Cidade Santa, foi assim que se iniciou uma disputa pela re-unificação da cidade de culminou com o conflito conhecido como a Guerra dos Seis Dias.

Desde a proclamação da independência do Estado de Israel em 1948 os árabes vinham constantemente aproveitando sua posição sobre as muralhas da Cidade Santa para atirar indiscriminadamente contra os judeus do lado ocidental, sitiaram a cidade por todos os lados o que sufocava o abastecimento da população judaica no lado ocidental da muralha, foi justamente por causa desta tentativa árabe de forças os judeus a abandonarem a região e o planejamento e a mobilização de 5 nações  árabes, a Síria, o Egito, a Jordânia, o Líbano e o Iraque contra Israel é que os judeus reagiram em uma vitória miraculosa que culminou com a libertação de Jerusalém, sua re-unificação e re-tomada do controle judaico após 2000 anos de diáspora.

Durante este últimos 50 anos a cidade de Jerusalém tem sido re-construída em um tempo de angústias, ondas de terrorismo palestino desenfreado, ameaças constantes de guerra onde os inimigos esqueceram que durante estes 2000 anos eles não fizeram nada de concreto para beneficiar a cidade, agora que Jerusalém esta sendo restaurada e milhões fluem todos os anos para ver a Cidade do Grande Rei eles não cessam as re-invidicações. Este será o ano do Jubileu de Libertação de Jerusalém da mão dos gentios, será este o início de um tempo de cumprimento profético sem precedentes? Neste mesmo ano judaico do anos de Jubileu de Jerusalem s=completar-se-á 70 anos da Fundação do Estado de Israel Moderno.

Em 23-24 de Maio de 2017 se iniciará o Ano do Jubileu da Libertação de Jerusalém, antes deste ano do jubileu acabar, no dia 18-19 de Abril de 2018 o Estado de Israel completará 70 anos desde sua fundação em 1948. Será mesmo coincidência ou estamos diante de um desenrolar profético sem precedentes?

Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão. Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos; e, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação de desolação, predita pelo profeta Daniel (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes; quem estiver no eirado não desça para tirar as coisas de sua casa, e quem estiver no campo não volte atrás para apanhar a sua capa. Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não suceda no inverno nem no sábado; porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá. E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias. Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que de antemão vo-lo tenho dito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do filho do homem. Pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres. Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus. Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas essas coisas se cumpram. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão. Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai.

Mateus 24:10–36 ALMEIDA

A Palavra de Adonai nos adverte sobre tempos difíceis, tempos de angústias, sofrimento, falta de credibilidade, falta de amor, ódio, violência, ciência, imoralidade desenfreada, um tempo muito semelhante ao que vivemos hoje. Muitos se levantando contra o Povo de Israel e contra o próprio Eterno, proferindo palavras de ódio e descrença, não tenho dúvidas de que os dias descritos por Yeshua há 2000 anos atrás são os nossos dias, porém o Dia e a Hora, conforme está escrito, ninguém sabe e a nossa parte é ficarmos atentos, alertas, vigilantes e praticando a nossa fé dia a dia, sabendo que os dias são maus, afim de que não sejamos surpreendidos mas recebamos este dia em alegria e esperança.

Desde Sião,

Miguel Nicolaevsky, Diretor do Cafetorah

Curiosidade:

 

Neste momento foi tirada a famosa foto de Yitzhak Rabin, Moshe Dayan e Uzi Narkiss (general, chefe do comando central das Forças Armadas) Marçoando triunfantes na cidade velha de Jerusalém. Reparem que Moshe Dayan (o do meio, inconfundível com seu tapa-olho), ministro da Defesa (portanto, civil) usa trajes militares sem patente (reparem no seu uniforme na altura dos seus ombros, em comparação com os dois generais). Dayan queria tirar uma casquinha da grande vitória, e posou com roupa militar para fotos ao lado dos principais generais das Forças Armadas, para maquiar o fato de que havia assumido o Ministério da Defesa somente 10 dias antes da guerra, e, portanto, sua participação efetiva na vitória foi ínfima.

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